Terapia de onda de choque para disfunção Erétil
Tratar a disfunção erétil com ondas de choque tem sido uma alternativa bastante eficaz. Essa terapia consiste em utilizar ondas de choque de baixa intensidade atuando diretamente na causa da doença para estimular a microcirculação peniana.
Esse tratamento é recomendado para casos de disfunção erétil com origem vascular, causada por hipertensão, diabetes, aterosclerose ou idade. Entretanto, muitos homens poderão ficar com dúvidas sobre o que consiste essa terapia.
Dessa forma, leia esse conteúdo até o final para entender tudo sobre o tratamento com ondas de choque para disfunção erétil. Acompanhe!
A disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual, é caracterizada quando os homens enfrentam alguma dificuldade ou incapacidade de manter a ereção para a realização do ato sexual.
Nas situações em que o indivíduo tenha a ereção, o processo pode ser lento ou não ter rigidez suficiente para concluir o ato sexual. Além disso, a disfunção pode também surgir junto com uma ejaculação precoce.
Aliás, estima-se que 100 milhões de homens no mundo apresentem impotência, sendo esta a disfunção sexual mais comum encontrada nos homens após os 40 anos. No Brasil, essa estimativa se aproxima dos 50% após os 40 anos, algo em torno de 16 milhões de indivíduos.
Para a maioria das pessoas acometidas com essa doença, a impotência pode causar grandes prejuízos à saúde emocional, levando a quadros de baixa autoestima, dificuldade nos relacionamentos e até depressão.
Durante a consulta médica, é feita uma conversa detalhada para diagnosticar e tratar a causa do problema, tendo todos os recursos terapêuticos para tratar os diversos tipos e graus de impotência sexual. Porém, um método inovador, que tem devolvido o desempenho sexual a muitos homens, é o tratamento por ondas de choque. É um dos poucos que atua na causa do problema, estimulando a formação de novos microvasos nos corpos cavernosos do pênis.
De fato, para que o pênis tenha uma boa ereção, ele precisará estar completamente cheio de sangue, fator responsável por promover a rigidez.
Qualquer situação que impeça a vascularização do órgão sexual poderá levar à disfunção erétil, como flacidez e desgaste do tecido peniano provocado pelo envelhecimento ou outras doenças.
Com isso, melhorar o fluxo sanguíneo do pênis é o fundamento de muitas abordagens terapêuticas, como a terapia com ondas de choque, para o tratamento da impotência sexual.
Por essa razão, muitos pacientes partem em busca de entender sobre como funciona o tratamento para disfunção erétil com ondas de choque, procedimento inovador, não invasivo, indolor e sem efeitos colaterais.
Sendo assim, vale ressaltar que essa abordagem não se trata de eletricidade no órgão sexual masculino. Na verdade, são ondas sonoras de baixa intensidade, que não causam dor, nem efeitos colaterais e não tem nada de invasivo.
O procedimento é voltado, especialmente, para pacientes que estão com problemas de fluxo sanguíneo no pênis em função do envelhecimento, diabetes, hipertensão, colesterol alto ou obesidade.
Além disso, homens com disfunção erétil provocada por doença de Peyronie e após cirurgias de próstata também são indicados. Aliás, indivíduos que perderam a potência da ereção em idades mais precoces como 30-35 também podem se beneficiar do tratamento.
Ademais, pacientes que estão com dificuldades em ter ereções de qualidade precisam avaliar também como anda a sua saúde cardíaca.
Por fim, o tratamento irá beneficiar também pacientes com o seguinte perfil:
• Pacientes que já tomam medicações vasodilatadoras para a ereção e não apresentam mais os mesmos resultados de antes;
• Homens que têm contraindicação ao uso dessas medicações para disfunção erétil porque têm doenças coronarianas, por exemplo;
• Indivíduos que tomam esses remédios mas têm muitos efeitos colaterais, como dores de cabeça, congestão nasal, dores no corpo no geral, etc;
• Pacientes que querem diminuir a dose desses remédios;
• Homens que tomam os medicamentos mas que não apresentam resultados de forma alguma, ou seja, a ingestão do remédio não produz a ereção.
Solicitação de exames laboratoriais específicos
A solicitação de um perfil metabólico e hormonal é fundamental para excluirmos causas orgânicas tratáveis e até reversíveis de disfunção erétil. Esses exames são colhidos no sangue mesmo e são agendados em laboratórios ou pode-se agendar uma coleta domiciliar.
Ultrassom Doppler peniano com ereção fármaco induzida
Este exame pode ser feito no próprio consultório no momento da consulta. É o teste mais específico para avaliar causas vasculares de disfunção erétil, principalmente, quando realizado pelo próprio especialista que está conduzindo o caso e correlaciona os achados com o histórico clínico.
É importante para avaliação de pacientes que já tomaram medicações para ereção, como os inibidores das 5 fosfodiesterase e não tiveram resposta satisfatória.
Conclusão
Tratar a disfunção erétil é extremamente benéfico há saúde masculina, não só porque melhora a função sexual. Desse modo, essa terapia para disfunção erétil com ondas de choque vai restaurar os vasos sanguíneos do pênis e ajudar a melhorar esse quadro.
Além de buscar ajuda médica de forma preventiva, também não se esqueça que os bons hábitos ajudam extremamente neste processo da saúde como um todo.



